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Vibe Capital Partners

Private Equity · Disponibilidade atual não confirmada

A Vibe Capital Partners é uma firma portuguesa de private equity focada na aquisição e gestão ativa de PME ibéricas. Procura empresas estabelecidas, rentáveis e com potencial de crescimento através de melhoria operacional, internacionalização e aquisições complementares.

Perfil não reclamado. Não implica adesão ou disponibilidade confirmada.

Sobre a entidade

A Vibe Capital Partners é uma gestora portuguesa de private equity, sediada em Algés e regulada pela CMVM, que adquire e gere ativamente PME em Portugal e Espanha. A tese pública dirige-se a empresas estabelecidas, com resultados operacionais positivos, posição competitiva defensável e orientação exportadora, onde exista espaço para crescer através de melhoria operacional, internacionalização e aquisições complementares.

Para um proprietário que pondera vender uma PME madura, a Vibe é um dos investidores cuja tese pública mais se aproxima de uma venda de controlo ou de uma operação de consolidação setorial. Os limites concretos dessa tese, no entanto, não estão publicados.

O perfil de empresa procurado

A página de abordagem descreve o alvo como PME ibéricas com fundamentos sólidos, em diferentes setores. Os critérios indicados são qualitativos: negócio estabelecido, resultados operacionais positivos recentes, modelo orientado para a exportação, posição de mercado defensável e uma equipa de gestão ambiciosa, alinhada com a fase seguinte e aberta a um acionista ativo.

A gestora procura ainda alavancas claras de crescimento, como internacionalização, melhoria operacional, aquisições complementares ou consolidação de mercado. Uma empresa com bons resultados mas sem uma destas alavancas identificáveis terá mais dificuldade em encaixar na tese.

A geografia inclui Portugal e Espanha. Para uma empresa portuguesa, a presença da gestora nos dois mercados pode ser relevante quando o crescimento passa pela entrada em Espanha ou por juntar operações dos dois lados da fronteira. A gestora não restringe publicamente os setores, pelo que o encaixe depende mais do perfil financeiro e competitivo da empresa do que da atividade em si.

Como cria valor

Depois da aquisição, a Vibe trabalha com a gestão num plano definido, com melhorias operacionais, internacionalização e reposicionamento estratégico como principais instrumentos. A gestora declara ter participação ativa, incluindo presença nos órgãos de administração, e acompanhamento próximo durante todo o período de investimento, até a uma saída feita com disciplina.

Para o vendedor, isto significa que o comprador espera influência real sobre a estratégia e a organização. Se o proprietário pretende continuar na empresa, deve discutir cedo o seu papel, a autonomia da equipa e a forma de decisão no novo conselho.

As aquisições complementares merecem atenção especial. Uma empresa pode interessar como plataforma, isto é, como base para comprar concorrentes ou negócios adjacentes, ou como aquisição a juntar a uma plataforma já existente. O vendedor ganha em perceber em qual destes papéis a sua empresa seria analisada, porque isso muda o tipo de conversa e o papel futuro da equipa.

O processo de investimento

O processo público tem três fases. A primeira é a origem das oportunidades, apoiada numa rede ibérica que, segundo a gestora, dá acesso a negócios que raramente chegam ao mercado aberto. A segunda é a avaliação, com due diligence financeira, operacional e de critérios ambientais, sociais e de governo, recorrendo a especialistas externos quando necessário. A terceira é a criação de valor em parceria com a gestão.

A referência a uma rede própria indica preferência por processos de contacto direto. Uma abordagem bem preparada, com informação sólida, ajuda a passar à fase de avaliação.

A equipa

A página de equipa identifica quatro sócios. António Bernardo tem percurso na Roland Berger, onde foi Global Deputy CEO. Daniel Viana foi sócio fundador da Oxy Capital. Caetano Oliveira trabalhou também na Oxy Capital. Ana Leite foi sócia da Explorer Investments. A equipa de investimento inclui os analistas Guilherme Mourão, Martim Rodrigues, Hugo Fernandes e Tiago Serrano.

A gestora indica que os sócios acumulam mais de 850 milhões de euros investidos em mais de 30 transações, em private equity ibérico e consultoria de gestão. Esse número refere-se ao percurso dos sócios e não à dimensão de um fundo da Vibe.

O conselho consultivo

O conselho consultivo é presidido por Roland Berger, fundador da consultora com o mesmo nome. Integram-no também Ana Teresa Lehmann, apresentada com referência a funções como secretária de Estado da Indústria e professora na Universidade do Porto, João Serrenho, CEO e acionista da CIN, Roberto Plasencia, presidente e CEO do Grupo Flexi, e António Hermann, cofundador da Integral Investimentos. A combinação de experiência industrial, de consultoria e de mercados financeiros é coerente com uma tese de transformação de PME.

Sustentabilidade e enquadramento

A Vibe declara ser signatária dos Princípios para o Investimento Responsável e indica que os seus fundos estão classificados ao abrigo do artigo 8 do regulamento europeu de divulgação de informação sobre sustentabilidade. Na prática, uma empresa vendedora deve contar com perguntas sobre impacto ambiental, condições de trabalho e governo societário durante a due diligence.

O que não está publicado

O website não indica nomes de fundos, capital sob gestão, carteira de participadas, ticket, EBITDA ou faturação mínimos, setores excluídos nem se a gestora aceita participações minoritárias. Também não é conhecida a disponibilidade atual para novas aquisições.

Preparar uma apresentação para a Vibe Capital Partners

A apresentação deve demonstrar os critérios que a Vibe torna públicos: historial de resultados positivos, peso das exportações, posição competitiva e qualidade da equipa de gestão. Convém juntar as contas dos últimos três anos, a evolução do EBITDA, a carteira de clientes por país e as oportunidades concretas de crescimento, sejam novos mercados, ganhos de eficiência ou empresas que poderiam ser adquiridas.

O proprietário deve dizer o que pretende: venda total, venda maioritária com permanência ou reinvestimento parcial. Perguntas úteis para a primeira conversa: se a gestora tem fundo em período de investimento, que dimensão de empresa procura, se admite posições minoritárias e como prevê a participação do fundador depois da compra.

Critérios de aquisição

Região de interesse

Portugal · Espanha

Fontes

Fonte pública

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Fonte consultada em

2026-10-14

Fonte complementar

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Outra fonte consultada

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