Above Capital
Private Equity · Disponibilidade atual não confirmada
Gestora portuguesa independente de fundos de private equity, com foco no mercado nacional.
Perfil não reclamado. Não implica adesão ou disponibilidade confirmada.
Sobre a entidade
A Above Capital é uma sociedade gestora independente com sede em Lisboa, dedicada à gestão de fundos de private equity no mercado português. Está registada e é supervisionada pela CMVM, com o número de registo 180696. A informação que publica é breve: não identifica os fundos pelo nome, não divulga a sua dimensão e não apresenta empresas participadas.
Por essa razão, esta ficha é mais curta do que outras. Reúne o que pode ser confirmado nas fontes oficiais e assinala as perguntas que um empresário deve fazer antes de preparar uma apresentação.
Quem está por trás da gestora
O website atribui a criação da sociedade a profissionais com percurso em banca de retalho e de investimento, gestão de ativos, imobiliário e finanças empresariais. Não indica o ano de fundação. Como princípios, a gestora destaca independência, integridade e dedicação, e descreve as relações com investidores como assentes em confiança e transparência.
Uma sociedade gestora investe através dos fundos que administra. Para quem vende uma empresa, a contraparte efetiva numa operação tende a ser um fundo concreto, com regras, prazo e investidores próprios. Por isso, conhecer a gestora é apenas o primeiro passo.
Os fundos sob gestão
A Above Capital indica gerir vários fundos constituídos ao abrigo da lei portuguesa como fundos de capital de risco fechados. O website refere que esses fundos são elegíveis para o regime de autorização de residência para atividade de investimento. Essa característica diz respeito a quem subscreve unidades de participação e ajuda a perceber a base de investidores, mas não define, por si, que empresas os fundos procuram.
A abordagem é descrita de forma genérica, com referência a setores dinâmicos e a projetos multissetoriais em Portugal. Nomes dos veículos, montantes, datas de constituição e prazos de duração não são publicados nas páginas consultadas.
Que tipo de empresas pode estar em causa
A indicação mais concreta surge na política de sustentabilidade, atualizada a 5 de julho de 2024. Nesse documento, a gestora afirma que se espera que os investimentos dos fundos sejam em pequenas e médias empresas. O mesmo texto refere que, à data, os fundos registados ainda não tinham realizado as primeiras aplicações.
Não estão publicados setores prioritários, dimensão mínima de faturação ou de resultados, montante por operação nem preferência entre posições maioritárias e minoritárias. Como não existe carteira divulgada, também não é possível deduzir um padrão a partir de investimentos anteriores. A situação pode ter evoluído desde 2024 e deve ser confirmada diretamente.
Sustentabilidade e informação pedida às participadas
Os fundos estão enquadrados no artigo 6.º do regulamento europeu de divulgação de informação sobre sustentabilidade. Não são promovidos como tendo características ambientais ou sociais nem um objetivo de investimento sustentável. A gestora declara que, por agora, não considera os impactos adversos das decisões de investimento, justificando com o custo e a escassez de dados nas empresas de menor dimensão.
Ainda assim, admite analisar caso a caso informação pública sobre impacto ecológico e social, exposição a combustíveis fósseis, consumo de água e eficiência energética, quando o mandato do fundo o permita. Uma PME que já acompanhe estes indicadores de forma simples pode apresentá-los sem esforço adicional.
Equipa identificada no website
O conselho de administração é composto por Paulo Lima Santos, Luís Filipe Branco e Paulo Pinheiro. Pedro Silva Pereira surge como diretor de investimento. A equipa inclui ainda Beatriz Paula Valério, responsável de compliance, Afonso Lima Santos, responsável pelos procedimentos de conhecimento do cliente, e João Pós-de-Mina, como consultor.
A existência de funções dedicadas a compliance e verificação de contrapartes indica que um processo de investimento inclui controlos formais sobre os acionistas e a origem dos fundos. Convém ter a estrutura acionista e os beneficiários efetivos documentados.
Preparar uma apresentação para a Above Capital
Antes de enviar informação, faz sentido perguntar qual dos fundos poderia analisar a oportunidade, se está em período de investimento e que montantes considera. Também importa saber se procura controlo ou participações minoritárias, e qual o prazo remanescente do fundo, porque um fundo fechado tem duração definida e isso condiciona o horizonte de saída.
Do lado da empresa, uma primeira apresentação deve resumir atividade, clientes, equipa, contas dos últimos anos, dívida e estrutura acionista. Deve também dizer claramente o que o proprietário pretende: venda total, venda parcial ou entrada de capital para crescer, e qual o papel futuro do fundador. Esta ficha não representa a Above Capital nem confirma disponibilidade para analisar uma empresa concreta.
Critérios de aquisição
Região de interesse
Portugal
Fontes
Fonte pública
Consultar fonteFonte consultada em
2026-10-14
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